Dentre luzes anoitecidas vou.
És profundo, negro universo céu
Que retém azedumes sob véu
Entranhas carcomidas neste estou.
Sincrônico eixo é a questão: quem sou?
Explosão do novo afora em troféu
Implosão dor que me faz menestrel
A sanar vazios que ela deixou.
Insuficientes insônias por vir
Prelúdio ressoando notas de corte
Corpóreo, concreto, cancro partir.
Dissimulação é arte do forte
Fragilidade sincera é assumir
Que não sei em VIda aceitar sua morte.
14/11/2011
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