Pensemos então se fosse de qualquer cor... Emitiria, então, a mesma energia?
Não sei... Mesmo!!!
Mas é nesse céu-mar que todos estarão-estivemos. A ordem talvez nem importe tanto....
Quando se confundem os dois... Ah, quando se cruzam sem saberem qual é o azul um do outro... horizonte?
Lembrei-me do Corcovado. Da oceania-céu tão abrangente, tão imensa e pretensa. Aaaai, eu seria de fato o limite nesse extremo...
É nesse que encontramos a união de dois possíveis-impossíveis?
Come together?
É sim coletividade onde se encontram céu e mar. Um punhado daqui, um pouquinho de lá.
A cada cigarro que tento acender, significa um no chão, ao que não opto pelo esforço de abaixar pra pegar.
Talvez nem mesmo o corpo seja coletivo em sua essência. Os braços vão obrigados... as pernas, circulação, digestão... todos detidos ditatorialmente pelo astro mente. Só ele decide... sempre!
Há uma imaginação inglória de que haja ainda alguma autoridade no sentir...no sensato.
uaaaau... contradiçãoooooooo... eterna.
30/12/2010
http://www.youtube.com/watch?v=0wmKXQP_3zM